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sexta-feira, 28 de junho de 2013

A costureira

Em um dia de muitos afazeres, uma jovem vai ao banco e chegando lá, espera ser atendida.
De repente o seu telefone toca: lembrou, que tinha combinado com a colega, que iam juntas, mas na correria do dia-a-dia, esqueceu.
- Oi, já estou aqui...
- Já calmo.
- Tudo tranquilo.
Uma funcionária do banco ouvindo tudo fica atenta. A jovem continua:
- A barra tá limpa! pode vir resolver a questão.
- Não demore e não esqueça da costureira porque em poucos minutos Dona Justa pode aparecer com a bracelete e como você sabe, ela não tem paciência.
Ouvindo isso, a funcionária que já estava atenta, procurou rapidamente o gerente e por sua vez acionou uma viatura policial para reforçar a segurança do local.
O telefone toca novamente:
- Você está demorando demais, chama o Gabiru pra te trazer. Rápido!
Nesse momento a funcionária em pânico grita:
- Socorro! Socorro! É um assalto!
Os clientes começam a correr e os policiais entram todos armados e ficam em volta da jovem e falam:
- Mãos pra cima! Você está presa.
- Mas... Por quê? O que foi que eu fiz?
Nesse momento entra no banco sua colega com a costureira. Foi aí que a funcionária entendeu o que estava acontecendo e gritou.
- Calma polícia! Calma! Não prenda a jovem, pois não é um assalto. A costureira é minha mãe!
                                               
                                               Crônica produzida na Oficina da II Formação Continuada do Ensino Médio.
Equipe:
 Maria Emília Machado Freiras
Josineide Pereira dos Santos
Rita Lino dos Santos
Leide Chelly Diniz Pereira
Luzimar Pereira da SIlva
Alene Romênia L. S. Vasconcelos
Maria José Rodrigues
Laercia Rodrigues dos Santos Silva

sexta-feira, 31 de maio de 2013

O Toque


Maria Rita, sempre distraída, estressada, era professora, chegava para sua terceira jornada do dia à escola onde sempre trabalhava e cujos alunos conhecia bem.

Maria Rita também era conhecida lá. Desatenta, estava sempre perguntando aos colegas sobre algo que perdera – o livro, a bolsa, os óculos na cara...

Naquela noite, como de costume, após cumprimentar os alunos na sala, foi ao banheiro retocar o batom, único luxo ao qual se permitia naquela correria, quando  deu por falta de seu celular, um Apple Geração 4 recém adquirido que custara-lhe todo o tão esperado bônus.

Esqueceu-se então de tudo, enlouqueceu. Era um grande prejuízo. Logo começou a imaginar o pior: Fora roubada! Sim, porque admitia perder tudo, mas aquele celular, isso era demais.

Iniciou-se uma busca desesperada de sala em sala. Em apelos emocionados, comunicava o roubo e suplicava aos alunos que a ajudassem. Não ofereceu recompensa, pois não possuía um centavo.

Foi assim, até que na última sala que visitava, ouviu o toque de seu celular. Todos em silêncio, olhavam uns para os outros. Maria Rita, com olhar ávido tentava localizar o malfeitor, quando escuta uma risadinha irônica de um aluno diz:

- Professora, o celular da senhora está tocando em seu bolso.

Crônica produzida na Oficina da II Formação Continuada do Ensino Médio.

EREM Cornélio Soares – Serra Talhada.

terça-feira, 16 de abril de 2013

CORDEL: A ÁRVORE DO DINHEIRO

Cordel produzido coletivamente pelos professores de Língua Portuguesa de 6º ao 9º ano, das escolas Methódio Godoy, Manoel Pereira Lins, Irnero Ignácio, Irmã Elizabeth, Antônio Gomes de Lima, Pedro Santos Estima, Dário Gomes, Regina Pacis, Alfredo de Carvalho, São Vicente de Paula, Monsenhor Luís Sampaio.

O cordel foi produzido a partir do enredo do vídeo de animação, A Árvore do Dinheiro que procura elucidar a simplicidade e beleza da Literatura de Cordel. Uma arte popular e um dos símbolos mais importantes da Cultura Nordestina. Este material foi trabalhado em 11 de abril de 2013, na I Formação Itinerante para professores de Língua Portuguesa dos Anos Finais do Ensino Fundamental pelas técnicas Jany-Cléa e Ana Markdalva. Confira abaixo:
Conheci um bom casal
Com jeito de nordestino
Se encontraram na festa
Do padroeiro Divino
José conquistou Maria
Que amava desde menino
 Eles namoravam escondido
José, um cabra arretado
Mas a moça revela algo
Que o deixa com o coração apertado
Então o destino interfere
No plano que foi traçado.
 José subiu o morro
Mais alto da região
Desesperado começa a rezar
Para o santo de devoção
E se dispõe a qualquer coisa
Pra ter dinheiro na mão.
 José muito aperriado
Em fervente oração pediu
Poder, dinheiro e riquezas
De repente um homem surgiu
Mostrando uma semente
E logo sua graça viu
 
 O moço ficou muito feliz

Com a ideia de ganhar dinheiro
Assim teria o amor de Maria
Que era o sonho do brejeiro
Agora com mulher e fortuna
Podia ganhar o mundo inteiro
 
 José encontra a árvore morta
Sem ninguém pra socorrer
O diabo havia dito
Que a alma teria de vender
Ele ficou bastante aflito
E teve que se render

 José desaparece das terras do sertão
Deixando a amada Maria
Mas há quem diga que o vê
Em noites de lua fria
Homem sertanejo que é
Enfrenta o diabo com valentia


                                              Formadoras: Jany-Cléa, Miriam e Markdalva –cordel produzido a partir do vídeo A árvore do dinheiro.
 

 

sexta-feira, 5 de abril de 2013

CORDEL: A ÁRVORE DO DINHEIRO

               Cordel A ÁRVORE DO DINHEIRO  foi produzido coletivamente pelos professores de Língua Portuguesa de 6º ao 9º ano, das escolas Edson Simões, São José, Sebastião Rabelo, EREM Cônego Olimpio Torres, Ernesto de Sousa Leite, EREM Santa Teresinha, José Severino, Máxima Vieira de Melo, Teresa Torres,  José Agostinho dos Santos, Anchieta Torres, Zeferino Pessoa e Padre Adelmo Santos Simões.
                  O cordel foi produzido a partir do enredo do vídeo de animação, A Árvore do Dinheiro que procura elucidar a simplicidade e beleza da Literatura de Cordel. Uma arte popular e um dos símbolos mais importantes da Cultura Nordestina. Este material foi trabalhado em 04 de abril de 2013, na I Formação Itinerante para professores de Língua Portuguesa dos Anos Finais do Ensino Fundamental pelas técnicas Jany-Cléa e Ana Markdalva.Confira abaixo:
                                                            

                                                      Aconteceu um encontro
                                                     Lá no sertão nordestino
De Maria bela moça
                                                     Com José pobre menino
Que não mediria esforços
Por esse amor tão divino
O namoro escondido
O destino está traçado
O casal está disposto
Correndo um risco arretado
Maria comprometida
Com o coração arretado
O desespero faz José
Subir um morro da região
Desesperado e sem dinheiro
Ousou apelar para devoção
Qualquer coisa ele faria
Pra de Maria ter a mão
José fez um pacto
E ao diabo pediu
Precisava ganhar dinheiro
E logo uma semente ele viu
Plantando-a logo em seguida
Uma árvore de dinheiro surgiu
José então ficou rico
Ganhou muito dinheiro
Agora pode casar
Comprou um terreno inteiro
A felicidade reina
Em seu coração brejeiro
Quando o diabo apareceu
Oh, Deus do céu, vem socorrer
Sou um pobre coitado
Que sem pensar em se vender
Meteu-se com este peste
Por favor, venha me ver
José desapareceu
E ninguém mais o veria
Das terras do sertão
E aparece em noite fria
A procura de sua amada
Que se chamava Maria

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                                                          A ÁRVORE DO DINHEIRO
   
Eu vou escrever um caso
 Que deu-se lá no sertão
De um rapaz apaixonado
 Que perdeu sua razão
Por amar Ana Maria
Dona do seu coração

Ana Maria era a moça
Mais formosa da cidade
Filha de um coronel
Muito rico em maldade
Também tinha um bom dinheiro
Lhe faltava honestidade

Pra casar com sua filha
Ele queria saber
Se o cabra tinha dinheiro
Para se comprometer
Pois se fosse um moço pobre
Nem devia se atrever.

Zé Marcolino, um brejeiro
Quando Ana conheceu
Se apaixonou por ela
E um beijo logo lhe deu
E nesse mesmo instante
O coronel apareceu

Apresentou-se dizendo
Me dê uma informação
Quais são os bens que tu tem?
Me diga com precisão
Pois se tu tiver dinheiro
De Ana te dou a mão

Zé ficou aperriado
Procurando o que dizer
Pois era pobre de Jó
Não sabia o que fazer
Mas lembrou duma semente
Que o Demo vei lhe trazer

Ele plantou a semente
E ficou admirado
A planta deu tanto dinheiro
Que ele ficou assustado
Chamou logo o coronel
E anunciou o noivado

Formadoras: Jany-Cléa, Miriam e Markdalva – cordel produzido a partir do vídeo A árvore do dinheiro.


quarta-feira, 3 de abril de 2013

Material digitalizado do Gestar II - Programa Gestão da Aprendizagem Escolar

O Programa Gestão da Aprendizagem Escolar ofereceu formação continuada em língua portuguesa e matemática aos professores dos anos finais (do sexto ao nono ano) do ensino fundamental em exercício nas escolas públicas.
No link abaixo está disponibilizado os módulos trabalhados nas referidas formações do Gestar II:

http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=12383%3Amaterial-de-ensino-&catid=315%3Agestar-ii&Itemid=811



Dica: Tutoras da GRE - Gestar II

quarta-feira, 27 de março de 2013

Orientações Teórico-Metodológicas



Você encontra os arquivos abaixo no site: www.educacao.pe.gov.br  no espaço do professor - Leis Orientações
A Secretaria de Educação do Estado de Pernambuco disponibiliza documentos que contém as Orientações Teórico-Metodológicas.  Tais orientações são vistas como referenciais estruturadores das práticas de ensino das disciplinas. Nesse momento apresentamos os perfis correspondentes ao Ensino Fundamental (1ª à 8ª série / 1º ao 9º ano) e ao Ensino Médio.
Orientações Teórico-Metodológicas Jovens Adultos e Idosos

terça-feira, 26 de março de 2013

Fascículos: "TECNOLOGIAS NA ESCOLA – Conectando Ideias"

As escolas estão recebendo os fascículos: "TECNOLOGIAS NA ESCOLA – Conectando Ideias".
 

São fascículos excelentes para o professor, dentre os quais indicamos o fascículo nº 6, “São indicações que ao serem usadas pedagogicamente ganham uma dimensão valiosa...”
 
O professor pode encontrar os referidos fascículos no site da Secretaria de Educação:http://www.educacao.pe.gov.br, em EDUCAÇÃO - Tecnologia na educação - Guias "TECNOLOGIAS NA ESCOLA – Conectando Ideias"

Postado:Núcleo de Tecnologia Educacional de Afogados da Ingazeira